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Olá, Olá pessoal, tudo bem?




Você estão sabendo da Maratona de inverno criada pelo Geek Freak? Ainda não, Então corre conferir clicando aqui.

Eu nuna participei de nenhuma maratona, mas resolvi participar desse, esse post é para mostrar as minhas escolhas, eu fui decidindo o que iria ler enquanto montava o post, então vamos lá.


Desafios semanais:

• Semana 1: Fantasias, Distopias e/ou Ficção Científica

  1. A Herdeira das sombras - Anne Bishop 
  2. As crônicas de Nárnia - C.S Lewis (O leão a Feiticeira e o guarda roupas, O cavalo e seu menino) 
  3. A menina Submersa - Caitlín R. Kiernan
. 
• Semana 2: Thriller, Suspense e/ou Terror

  1. O Demonologista - Andrew Pyper 
  2. Escuridão total sem estrelas - Stephen King 

• Semana 3: YA Contemporâneo, Romance e/ou Drama

  1. O menino da mala - Lene Kaaberbol e Agnete Friis 

• Semana 4: Livros Nacionais

  1. Brida - Paulo Coelho 


Desafios Extras:

• Um livro com figuras ou ilustrações
Contos de imaginação e mistério - Edgar Allan Poe 

• Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia
Para sempre - Série Imortais - Alyson Noel

• Um livro que alguém escolheu por você
???

• Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica
As crônicas de Nárnia - C.S Lewis

• Um livro com a capa azul

A Playlist de Hayden - Michelle Falkoff

• Um livro do gênero que você menos leu ano passado

A Playlist de Hayden - Michelle Falkoff

• Um livro que você ganhou

Boneca de ossos - Holly Black 

• Um livro com mais de 400 páginas 

Doutor Sono - Stephen King 


Bom esses foram os meus escolhidos, eu não sei se você sequer chegar perto de finalizar pois acho meio impossível eu ler 14 livros em um mês, mas vou tentar, pela diversão, se não der, fazer o que né? kkkkkk 


E ai quem mais vai participar?


Informações do livro:

Título: Como eu era antes de você
Autora: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Páginas: 320

Sinopse:

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. 


Resenha:

Eu acho sempre muito difícil falar de livros que estão em alta, ainda mais quando a minha opinião vai contra a da maioria, essa resenha vai ser vem parcial e provavelmente vai fugir bastante ao que costumo escrever aqui, mas é porque esse livro me incomodou muito.

Obs: Essa resenha só fará sentido para quem já leu o livro.

Louise é uma mulher de 26 anos acomodada com a rotina, sem ambições ou perspectivas de vida, mas sua vida começa a mudar quando ela aceita o emprego de cuidadora de um tetraplégico, Will Traynor que após um acidente ficou preso em uma cadeira de rodas sem conseguir fazer nada sozinho, a mãe de Will resolveu contratar Louise mesmo sem experiências porque precisava de alguém que fizesse seu filho se sentir melhor e que conseguisse devolver pelo menos em parte sua vontade de fazer as coisas.

Louise é a tipica personagem que precisa o tempo todo que as pessoas falem para ela o que ela precisa fazer, precisa sempre de alguém incentivando ela a não desistir das coisas e seguir em frente, Will por outro lado se mostra uma pessoa no meu ponto de vista bastante egoísta, ele sofre com a sua situação atual e não poupa esforços para fazer todo mundo ao seu redor se sentir culpado, ele não enxerga os esforços de todos ao seu redor para tentar tornar tudo menos pior, é compreensível que alguém que antes era super ativo e tinha o mundo aos seus pés e depois perde tudo isso, sofra e sofra muito, mas não consigo entender o fato dele ser tão egoísta, enquanto Lou se esforçava para mostrar a ele que ainda existia coisas boa na vida, ele só reagia com hostilidade e muito mau humor, mas quando ele queria que ela assumisse alguma postura, que ela fizesse algo que ele julgava o ideal para ela, ele acabava se impondo e obrigando que ela o fizesse.

Eu acredito que se você não pretende oferecer algo para alguém, não deve tirar dela o que ela já tem, mesmo que para você aquilo não pareça o ideal, e foi isso que Will fez quando se mostrou insatisfeito com o relacionamento de Louise e Patrick, quando ele demonstrou não gostar dela ir morar com ele, pra depois dizer que o amor dela não bastava.

Para muitas pessoas pode parecer uma linda história de amor, que no final mesmo triste, tudo se acertou, mas eu não consigo enxergar dessa forma, eu só consigo enxergar o egoismo de Wiil Traynor que primeiro se mostra um cara amargo com a vida e disposto a contaminar a todos com esse sentimento e que depois se envolve com a garota insegura e acomodada que segundo ele, precisa dar outro rumo a vida dela, porém ele mesmo não está disposto a fazer parte desse novo rumo mesmo quando ela deixa claro que deseja que ele faça parte.

Eu não gostei da morbidez do livro, você chega ao final sem nenhuma ideia boa daquilo, mostrou totalmente o lado negro de uma condição, de uma deficiência, quando na verdade as coisas não são exatamente assim, uma pessoa pode sempre escolher entre ser a vitima de uma situação ou dar a volta por cima e tentar encarar tudo da melhor forma, sei que nem todo mundo consegue emergir numa situação como a de Will, mas o lado ruim todo mundo sabe como é, porque dramatizar em cima disso?

Eu realmente não consegui absorver nada de bom desse livro e me incomodei muito com a leitura, gostei sim da escrita da autora, considero ela uma boa escritora e pretendo ler mais livros de Jojo Moyes, mas não gostei da forma que os personagens se desenvolve, não gostei da história deles, enfim, não me decepcionei porque já sabia o que me esperava naquelas páginas, mas não recomendo o livro.


Olá pessoal, tudo bem?

Esse post era para ter saído antes, mas devido a alguns imprevisto só consegui publicá-lo hoje.

Arte de Lupe Vasconcelos

Hoje eu venho falar sobre um projeto maravilhoso da Editora Empíreo em homenagem aos 170 anos do poema "O corvo" do mestre Edgar Allan Poe, a proposta é criar um livro colaborativo com textos e ilustrações de autores e artistas variados, mas o melhor de tudo é que qualquer pessoa pode ajudar para que o livro aconteça, seja enviando seus trabalhos ou contribuindo financeiramente para produção da obra, quer saber como?

Bom, se você quiser contribuir com o financiamento coletivo e fazer sua doação, basta acessar a página do Kickante do projeto e fazer sua contribuição de no minimo 10 reais, e você recebera algumas recompensas por isso, legal né?

Agora se você quer participar do conteúdo do livro, existe algumas regrinhas a serem seguidas e você pode conferir tudo isso na página oficial do projeto O corvo e também na Fanpage lá no Facebook.

Eu já enviei meu texto e estou na torcida para que ele seja selecionado, adoro os contos de Edgar Allan Poe e seria uma honra participar dessa homenagem.

E vocês, gostaram da ideia? Pretendem participar?


Olá pessoal tudo bem?


Hoje eu vim falar sobre livros de colorir e mostrar um em especial!



Os livros de colorir viraram febre, muita gente está pintando e postando as fotos nas redes sociais, mas o que eu vejo que é um caso de ame ou odeie, quem ama compra vários livros e mantem um arsenal de produtos para pintar e enfeitar os livros e por outro lado tem o pessoal que adora atacar e menosprezar quem se rendeu a essa diversão, eu confesso que não entendo qual o problema de pessoas adultas se divertirem com algo assim, se faz bem, se distrai por que não? Eu acho que todo extremo faz mal, já vi algumas pessoas passando dos limites, comprado mais livros e lápis do que são capazes de pintar e usar, mas acredito que se usado com o intuito de relaxar e divertir então é muito válido.

Confesso que eu estava bem indiferente a essa febre até minha amiga Sheila que participa junto comigo de um grupo de leitores, ter me mostrado "O livro de colorir do Príncipe", bom como o nome sugere, é um livro todo inspirado em "O pequeno príncipe" e quem me conhece já deve imaginar que não resisti, eu comprei meio de impulso e já fui me preparando para pintar, quando ele chegou fiquei incrivelmente apaixonada, ele é todo lindo, com desenhos maravilhosos, comecei a me divertir no mesmo dia que chegou e eu que pensava que iria me estressar pintando porque tenho T.O.C e algumas esquisitices, mas coloquei em mente que era pra me divertir e não ter neuras e assim foi, fiquei viciada! 

Vou mostrar algumas pinturas minhas completas ou não, eu não sei pintar, aliás sei o que aprendi na escola e o que vi em alguns vídeos, portanto não reparem! kkkkkkkkkk











Esse eu ainda não pintei porque é o mais lindo e quero estar com mais prática, mas merece ser mostrado.


Me digam vocês o que acham dessa nova moda, já aderiram? 





Informações do Livro:

Título: O Fim de Todos Nós
Série: Fallen World
Autora: Megan Crewe
Editora: Intrínseca
Páginas: 272

Sinopse:

Kaelyn acaba de ver o melhor amigo partir. Ela tem dezesseis anos e voltou agora para a ilha onde nasceu, depois de um período morando no continente; ele está fazendo o caminho inverso, para estudar fora. O que sentem um pelo outro não está muito claro, ela o deixou ir embora sem nem mesmo dizer adeus, e a última coisa que passa por sua cabeça é nunca mais vê-lo. Mas, pouco tempo depois, isso está bem perto de acontecer. A ilha de Kaelyn foi sitiada e ninguém pode entrar nem sair: um vírus letal e não identificado se espalha entre os habitantes. Jovens, velhos, crianças - ninguém está a salvo, e a lista de óbitos não para de aumentar. Entre os sintomas da doença misteriosa está a perda das inibições sociais. Os infectados agem sem pudor, falam o que vem à mente e não hesitam em contaminar outras pessoas. A quarentena imposta pelo governo dificulta as pesquisas em busca da cura, suprimentos e remédios não chegam em quantidade suficiente e quem ainda não foi infectado precisa lutar por água, energia e alimento. Nem todos, porém, assistem impassíveis ao colapso da ilha. Kaelyn é uma dessas pessoas. Enquanto o vírus leva seus amigos e familiares, ela insiste em acreditar que haverá uma salvação. Caso contrário, o que será dela e de todos?

Resenha:

Quando eu comecei a ler "O fim de todos nós" eu pensei que fosse me deparar com mais um apocalipse zumbi e como eu estava na vibe desses livros pós apocalípticos, mergulhei de cabeça, mas encontrei um cenário bem diferente do que eu imaginava.


Nessa trama a autora trabalha algo mais perto do real, uma epidemia viral que está matando as pessoas de uma uma ilha próxima a Toronto, Kaelyn é uma adolescente tentando se readaptar no local que já havia morado antes, mas agora se sentia uma estranha, sofrendo pela perda de uma amizade e por isso ela decide registrar em seu diário sua tentativa de inserção naquele local, ela dedica seus escritos ao seu ex amigo Leo e pretende reencontra-lo para pedir desculpas e dessa forma o livro segue como se fosse o diário da garota.

Enquanto Kaelyn tenta aos poucos conseguir ser uma nova pessoa, ela percebe que algumas pessoas estão se comportando de forma diferente, inclusive o pai de uma de suas amigas mais próximas, ao relatar o que percebeu ao seu pai que é cientista e médico, ele aconselha ela a ficar em casa e tomar alguns cuidados, mas conforme os dias vão passando as coisas vão piorando e mais pessoas vão parar no hospital com os mesmos sintomas e as mortes começam inevitavelmente a acontecer e então o governo decide deixar a cidade em quarentena ninguém entra e ninguém sai e então o caos se instaura.
  
Megan Crewe resolveu trabalhar em cima de algo bem próximo do que já vivenciamos recentemente com o ebola e outras doenças fatais, isso é o ponto mais forte do livro na minha opinião, embora a parte cientifica não seja bem explicada.

O livro é escrito em primeira pessoa e o que eu achei que foi um erro, pois nas cenas tristes e emocionantes eu não consegui compartilhar dos sentimentos dos personagens, as descrições foram um tanto quanto superficiais, mas gostei da maioria dos personagens, a protagonista é inteligente, mas sem aquela coisa de ser heroína, embora as vezes eu tenha achado que ela se arriscou por bobagem ainda sim gostei dela.


Infelizmente a autora seguiu a formula fatídica de George R. R. Martin que está na moda e não poupou muitos personagens do final trágico, o que já era previsível com o título do livro, mas foi um pouco exagerado no meu ponto de vista ainda mais que não foi bem trabalhado a parte da emoção, mesmo porque como já mencionado o livro é escrito em forma de diário, então ficaria realmente difícil expressar todas emoções assim.

Eu não sabia que se tratava de uma trilogia quando comecei a ler e muito menos que os  outros dois ainda não foram lançados no Brasil, do contrário teria esperado mais para ler, pois o final foi bem vago e deixou muitas pontas para o próximo livro, espero que não seja descontinuado.

Concluindo, o livro é bom apesar de algumas falhas ainda sim recomendo.