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Olá, olá, hoje eu vim falar sobre uma série que eu amo muito e que eu estava esperando o lançamento da 3° temporada a muito tempo, bom, quem acompanha a série deve saber como foi difícil essa espera, nada de datas certas, dois anos se passaram e só agora que foram trazer nosso magnifico detetive de volta. 



Quem me conhece ou acompanha o blog sabe que sou apaixonada pelo detetive criado por Arthur Conan Doyle, eu acho Holmes um dos melhores personagens criados até hoje, quando fiquei sabendo do lançamento da série eu fiquei meio com o pé atrás, pelo fato de trazerem o magnifico Sherlock para o mundo de hoje, pensei que haveriam muitas mudanças e que não seria legal, mas ao assistir o primeiro episódio já mudei de ideia, sim, existem mudanças radicais na história, o próprio Sherlock é bem diferente do personagem que conheci nos livros, mas eles conseguiram fazer mudanças benéficas. 

Ao imaginar fisicamente Sherlock eu jamais pensaria em Benedict Cumberbatch (charmoso demais), e muito menos que Artur Dent/Bilbo ( Freeman cara de bobo) seria um bom Dr. Watson, mas eu confesso que a interpretação de ambos me surpreendeu tão positivamente que agora sempre que penso nessa dupla, vejo Cumberbatch e Martin Freeman perfeitamente se encaixando como Holmes e Watson. Eu adoro a versão cinematográfica onde quem da vida ao detetive é Robert Downey, Jr, mas acho que ele não convence como Holmes, vejo como um filme bom de um detetive inteligente e engraçado, mas não Sherlock.

Uma coisa legal na série é que os episódio levam nomes similares aos contos de Doyle, geralmente mudam alguma coisa como por exemplo "Um estudo em vermelho" virou "Um estudo em pink", acho isso bem bacana, alguns personagens também tem seus nomes modificados tal como James Moriarty que virou Jim Moriarty.

Que eu gosto muito da série já deu para notar, mas o post é para falar do novo episódio lançado, eu estava muito ansiosa para as revelações e resoluções, porque mesmo lendo todos os livros não tinha como saber muita coisa, como eu disse, eles adaptaram as histórias para os tempos modernos, Sherlock tem ajuda de tecnologia e de todas as facilidades da vida moderna, o episódio foi bem agitado e bastante tenso, personagens novos foram apresentados e desses eu gostei bastante, o começo do episódio me irritou um pouco, cheguei a pensar que estavam mudando o formato da série, mas depois vi que estava seguindo a receita de sucesso, achei Sherlock mais cômico e ao mesmo tempo sentimental, mais do que nas outras temporadas, mas isso acabou me arrancando boas risadas.



Não tem como falar muito sem soltar spoilers, então digo apenas que a série vale muito a pena, a nova temporada já chegou com tudo, então se você ainda não viu, veja, mas já aviso, são episódio de 90 minutos, apenas 3 por temporada e o intervalo de uma temporada a outra é bem longo, se você está disposto a encarar isso, vá em frente porque torno a dizer que vale muito a pena mesmo para quem já conhece ou quem não sabe nada de Sherlock Holmes, assistam e depois digam o que acharam.

Dr.Watson mesmo você tendo motivos de sobra para quebrar a cara do Sherlock Holmes, não volte a fazer isso, Não.





 Sim, nós sabemos que não querido!



E assim encerro esse post que eu falei, falei e não disse muita coisa, na verdade só queria compartilhar minha felicidade com vocês, #SherlockVoltou.


True Blood é uma das minhas séries preferidas e felizmente está chegando à sua 6° temporada que começa domingo dia 16/06/2013.

Adoro vampiros e tudo que envolva fantasia, lobisomens, anjos, bruxas, demônios, fadas, metamorfos e etc e True Blood reúne tudo isso.

True Blood teve sua primeira temporada em 2008, a série conta a história de garçonete Sookie uma mocinha sem sal que é irmã de Jason o típico garotão muita pose e pouco conteúdo, mas super família, os dois foram criados pela avó depois da estranha morte dos país. Em True Blood temos um cenário de coexistência entre vampiros e humanos, sim os vampiros se revelaram, saíram dos caixões e estão aos poucos sendo aceitos pelos humanos, ou pelo menos quase, os vampiros agora se alimentam de Tru Blood (sangue sintético e sim é “Tru” mesmo), mas a maioria faz isso apenas por faixada.

Sookie se apaixona por Bill o vampiro “bonzinho”, mas ao longo da série fica dividida entre Bill e Eric o vampiro sínico, arrogante, sem muitos escrúpulos, loiro, alto bonito e sensual (kkk) e ainda tem Sam seu patrão e mais para frente  Alcide para brigar pelo coração da mocinha sem sal e açúcar, como isso gente? Mas ok né.




Detalhe: Sookie (Anna Paquim) e Bill (Stephen Moyer) são casados de verdade.

Em True Blood acontece comigo o mesmo que acontece na maioria dos livros, eu não consigo gostar dos personagens principais, exceto Eric que é um caso a parte, mas em True Blood meus personagens preferidos são:

Jessica Hamby (Deborah Ann Woll): Vampire Baby, cria de Bill, linda e rebelde, ela quer aproveitar a vida (ou morte) de Vampira e fazer tudo o que não podia fazer por causa de sua família rígida, Jéssica está sempre protagonizando as cenas mais inesperadas e sensuais da série toda, tem um romance com Hoyt o filhinho da mamãe e melhor amigo de Jason, mas Jéssica é muito libidinosa para um relacionamento monogâmico e começa a se envolver com Jason e acaba quebrando o coração de Hoyt e estragando a amizade dos dois, agora me digam, tem como não amar?



Pamela Swynford (Kristin Bauer): Eu poderia dizer que Pam é a minha preferida, mas acho que ela fica empatada com Jéssica, ela tem tudo que eu gosto em uma personagem, é malvada (ta nem tanto) inteligente, sexy e leal ao seu criador Eric Northman (Alexander Skarsgard), única coisa que não gostei de Pam na série é seu envolvimento com a Tara.




Eric Northman (Alexander Skarsgard): Eric é o Viking bonitão xerife (dos vampiros) de Bom Temps, e junto de Pam são donos da boate Fangtasia, um lugar que recebe humanos e vampiros e quem mais tiver coragem de se aventurar por lá, Eric não é o tipo de vampiro bonzinho, pelo contrário, ele faz muitas coisas erradas, mas ele ainda tem um pouco do lado humano que às vezes deixa transparecer, ainda mais quando tem Sookie na parada, gosto dele porque mesmo apaixonado pela moça ele mantêm a racionalidade (ou quase) e ele é o típico fodão, protagoniza as cenas mais “explosivas” da série, junto de Bill conseguem ir contra até a “Autoridade”, ele é simplesmente demais, só sinto raivinha dele quando maltrata Pam, não pode.




Queria também lembrar da Rainha Sophie Anne (Evan Rachel Wood) e Godric (Allan Hyde) que embora tenham aparecido pouco na série, com certeza foram personagens especiais e eu gostava muito, não acreditei no fim que Sophie Anne teve e não me conformo até hoje.

Personagens odiozinho:

Tara Thornton (Rutina Wesley): Tara começa sendo a porra louca que fala tudo na cara, não leva desaforo para casa e depois se torna a vadia chorona que só se envolve com caras problemas que tem relações com demônios e morrem depois ou com vampiros que explodem na sua cara, ela é muito chata e quando você acha que chegou o fim pra ela, onde ela leva um puta tiro na cabeça o inesperado acontece e ela vira a primeira cria de Pam. Por que meu Deus? Por que linda Pam, por que não deixou essa chata morrer?


Acho que só, não tenho ódio por mais nenhum dos personagens, tenho relação de amor e ódio com alguns como: Sam, Andy, Arlene e Terry, Luna, Jason e Bill (ok Bill é mais ódio que amor, mas né...). O resto do elenco também fica nessa de amor e ódio...

Bill Compton (Stephen Moyer): Beal é meio que Louis de Pointe Du Lac de Entrevista com o Vampiro, o típico vampiro que se lamenta por ser quem é, vive isolado, mas isso muda um pouco com o desenrolar da série, mas ele continua chato, só dar um pouquinho de poder na mão dele e pronto ele já se acha o fodão, mas não, ele é apenas chato.




O roteirista maluco da série Allan Ball, ou melhor, era, ele deixou a série agora nessa sexta temporada e é algo que eu ainda não decidi se gostei ou não, eu gosto dele, mas acho que ele fez muita cagada durante a série, coisas que me deixaram bem puta... “Por que Jesus e não Tara”.


Allan é meio aficionado pela morte, dizem que pelo fato de ter presenciado a morte de sua irmã em um acidente de carro em que ela mesma dirigia, era aniversário de 22 anos dela e ele com 12 anos a acompanhava, a cena mexeu muito com ele e parece ter influenciado  sua vida.

Allan foi roteirista da marcante cena do filme “Beleza americana” (1999) em que uma sacola de supermercado fica voando pelo ar, filme dirigido por Sam Mendes. Allan também dirigiu a aclamada série Six Feet Under (A sete Palmos) que foi responsável pelo sucesso da HBO, obviamente a série fala bastante de morte, a história passa em uma funerária tendo como protagonistas a família Fisher, mas ao contrário de True Blood onde existe imortais em Six Feet Under o difícil mesmo é escapar da morte.

True Blood está de volta agora e eu estou bem feliz, espero que tenham gostado desse post sobre uma das minhas séries preferidas.