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Informações do Livro:


Título: Os Lobos Da Invernia
Autor: Anne Rice

Editora: Rocco
Páginas: 431


Sinopse:


Na continuação de A Dádiva do Lobo, em que narra a surpreendente formação de um lobisomem, Anne Rice traz de volta o jovem Reuben Golding, antes um simples repórter do San Francisco Observer, agora transformado num híbrido entre dois mundos e vivendo sob a tutela dos Morphenkinder na suntuosa mansão de Nideck Point, na costa da Califórnia. Às vésperas do Natal, Reuben está tomado pela dádiva do lobo. Mas apesar do clima festivo, ele se sente inquieto, assombrado por fantasmas de seu passado e por dúvidas em relação ao verdadeiro significado do que se tornou no assustador e excitante Os lobos da invernia.”


Resenha:

Já faz alguns dias que terminei esse livro, mas só agora consegui fazer a resenha!

Nessa sequência de A dádiva do lobo que já foi resenhado aqui no blog, temos um Reuben confrontando seus problemas pessoais e familiares, Laura decide se juntar a tribo de Morpherkinder (Lobisomens) e passar a eternidade ao lado de seu amado, já o rapaz começa a ter sentimentos confusos quando percebe que a moça não é mais tão vulnerável e a ideia de nunca morrer começa a causar certo espanto em sua cabeça, ele percebe então que toda sua família vai envelhecer e morrer e que ele terá que aprender a lidar com isso.

Jim seu irmão e padre revela segredos a Reuben que ele jamais puderá imaginar, o eclesiástico escondia um passado bem triste e que obviamente volta a bater em sua porta, Celeste sua ex noiva o surpreende com uma boa noticia, mas que por outro lado o deixa mais confuso ainda, Reuben se vê tendo que ajudar o irmão e resolver sua vida.

Anne Rice trabalhou melhor  os outros personagens, tivemos um pouco mais dos antigos lobisomens, outros personagens entraram na serie trazendo mais mistérios com eles, o que acaba criando uma expectativa maior para um terceiro livro.

O que eu sempre gostei na escrita da tia Rice, foi o fato dela não se prender muito tempo em alguma coisa, não deixar aquela ansiedade se algo vai ou não acontecer, conseguir surpreender sem precisar ficar enrolando, mas nesse livro eu senti que ela criava um situação critica e depois arrumava uma solução simples demais para resolver logo.

Apesar de tudo eu gostei bastante do livro, foi bom me sentir de volta a Nideck Point, adoro as descrições dos locais que a autora faz, adorei a enorme casa que ela criou no primeiro livro e quando comecei o segundo me senti voltando a visitar o local e foi bem mágico. Reforço as minhas criticas referente ao fato dela sempre criar personagens jovens demais com carga cultural muito grande, mas acredito que isso é o que Anne gostaria que fosse verdade, que todos os jovens gostassem de ler, que se interessassem por coisas que fogem ao mundo que os cerca, enfim os pontos negativos não são de fato negativos, é aquela coisa que acontece com todo autor dono de uma série de livros de sucesso, quando ele resolve mudar seu foco, acaba causando estranheza nos leitores.

Confesso que ainda prefiro os livros que Anne Rice escreveu dentro das crônicas vampirescas, essa nova série é muito boa, mas não me faz reconhecer tanto a minha autora preferida. Talvez eu mude esse conceito quando ler a saga das bruxas.







Informações do Livro:

Título: A dádiva do lobo 
Autora: Anne Rice 
Páginas: 477 
Editora: Rocco


Sinopse:

Na costa da Carolina do Norte, o jovem jornalista Reuben Golding prepara uma reportagem sobre a enorme propriedade do desaparecido Felix Nideck e acaba se envolvendo com a herdeira Marchent Nideck. Após algumas horas na mansão, porém, Reuben é atacado por uma criatura que o transforma em um lobisomem. Depois de tornar-se um tipo controvertido de herói na cidade, por ajudar quem está em apuros, Reuben precisa esconder-se da polícia, dos médicos e até da própria família, e aprender a lidar com suas novas habilidades. Primeiro livro da nova série da consagrada Anne Rice, A dádiva do lobo foi elogiado na imprensa americana.


Resenha:

Se segurem porque eu tenho bastante coisa para falar desse livro.


"Os arquitetos de qualquer sociedade dependem de mentiras"

Reuben é um jovem jornalista, dono de uma beleza notável, fato que o incomoda um pouco, em um de seus trabalhos o rapaz é mandado até a costa da Carolina do Norte para escrever uma matéria sobre a casa dos Nideck, ele é recebido por Marchent a atual proprietária que pretende vender o local, a moça tem um tio desaparecido a quase 20 anos, o misterioso Felix Nideck que logo de cara causa interesse em Reuben.

Encantado com a beleza do lugar Reuben passa a desejar a casa para ele, o moço também se envolve emocionalmente com a proprietária da casa, mas durante a noite algo muito trágico acontece, assassinatos brutais e muita violência, Reuben o único sobrevivente escapa após um animal estranho o morder violentamente.

Daí em diante já dá para se imaginar o que acontece, não é mesmo? Reuben é levado ao hospital e lá sua mãe que é médica se encarrega do seu tratamento, porém ela começa a notar algumas diferenças no filho, como crescimento fora da idade, seus cabelos aumentam e ele se recupera em velocidade espantosa, mas o que mais intriga a experiente médica é o fato de todo material genético que é colhido do filho acaba se tornando inutilizável em questão de minutos. Com a rápida recuperação, Reuben pode voltar para casa e ai que as mudanças começam de verdade, ele passa pela sua primeira transformação para o que ele chama de Lobo homem, porém sem ninguém para orientá-lo ele passa a ter que descobrir sozinho tudo sobre sua nova forma.

Eu nunca fui muito entendedora do mito de lobisomens, mas de Anne Rice eu sou e eu já imaginava que ela fosse reconstruir a lenda e com certeza de forma muito inteligente, o lobo homem criado pela autora, é imune a balas de prata e não depende da lua para se transformar, outra diferença está no fato de Reuben não se tornar uma besta fera sem controle na forma lupina.


Anne criou personagens secundários maravilhosos como sempre e alguns deles conquistam mais que o protagonista, como no caso de Margon que eu quero mais desse personagem nos próximos livros, não que eu não tenha gostado de Reuben, pelo contrário, achei um personagem ótimo, mas ele tem momentos que podem irritar qualquer leitor paciente, todo o questionamento do mal que traz de volta aquela clássica frase das crônicas vampirescas "O mal é um ponto de visto" um conceito particular, todos os questionamentos que ele tem em relação ao seu ser, mas quando tem oportunidade de obter resposta ele deixa tudo para um garoto de 16 anos perguntar e as respostas que o menino conseguir vai ser as que ele também vai ter, ficar ponderando se é educado ou não perguntar algo a respeito do que ele é, em minha opinião é ser muito sonso, mas em outros momentos ele consegue compensar esse lado bobo dele.

Achei também que Anne acabou dando uma pirada em certos momentos, principalmente em cenas protagonizadas por Laura e Reuben, digamos que zoofilia ou bestialidade não é algo que eu ache muito interessante, sem falar que Laura é de um sangue frio admirável, alguém que encontra um lobisomem dançando numa clareira e consegue se manter firme sem correr não pode ser lá muito normal.

O livro em minha opinião não é um dos melhores da autora, me deixou bastante indignada em certos momentos, a autora que me conquistou por sempre fazer descrições maravilhosas e esclarecer todos os fatos de forma mágica acabou me deixando confusa em algumas partes, fiquei por muito tempo pensando sobre a facilidade e naturalidade de alguns acontecimentos, acontecimentos esses que eu esperava mais coisas, mais explicações.



Outro ponto que passou a me incomodar nesse livro é o fato de Rice transforma qualquer personagem jovem em algo que não sei como definir, todos os personagens tem consigo uma bagagem cultural invejável, gostos musicais nada condizentes com a época, isso funcionava bem nas crônicas vampirescas pois se tratava de vampiros de muitos séculos de idade onde apenas o corpo tinha uma aparência jovem, mas quando se trabalha com jovens da sociedade atual isso não pega tão bem, não estou dizendo que pouca idade simbolize ignorância, acredito sim que muitas pessoas mesmo com pouca idade possam sim apreciar poetas antigos, gostar de música clássica, mas isso é pouco comum, um personagem até vai, mas dois, três já é forçar a barra.

Eu diria que Anne Rice errou um pouco na mão, todos esses anos sem escrever sobre seres da noite não fez muito bem a ela, o livro não é ruim, eu gostei da leitura e vou continuar com a série, mas fico na esperança que ela corrija alguns pontos, porque a história em si é realmente muito boa e com personagens muito bons, mas drogas nessa idade não é uma boa não viu tia arroz.

Eu quero deixar claro que Anne Rice ainda é minha autora favorita e que eu recomendo esse livro mesmo tendo não gostado 100%, e que eu não me arrependo em nada de ter lido.

Gente como é difícil apontar defeitos em alguém que admiramos muito.



Eu não sei o que acontece, mas sempre que eu faço um "Li até a página 100" eu acabando enrolando para terminar o livro, mas esse eu estou tão empolgada que vou fazer mesmo assim, preciso compartilhar logo com alguém a maravilha que estou lendo.

O livro da vez é "A dádiva do lobo" da Anne Rice, ta eu sei que só tenho falado dela nos últimos posts, mas é que ela é minha autora preferida então aguentem.

A dádiva do lobo é o livro mais recente da Anne lançado no Brasil e faz parte de uma nova série, quer saber mais? Então vamos lá.


Informações do livro:

Título: A dádiva do lobo

Autora: Anne Rice
Editora: Rocco
Páginas: 477






Até a página 100:

Primeira frase da página 100:


- Bom você levou um tempinho para chegar até aqui, e a sra. Susan Larson aqui não quer conversar com ninguém além de você. Não é de se espantar, é? Com toda a cidade gozando com a cara dela.


Do que se trata o livro?


A história gira em torno de Reuben um jovem jornalista que após um ataque de uma fera misteriosa passa a se transforma em um ser lupino, ele acaba adquirindo um senso de justiça e tornando-se um herói meio perturbado digamos assim. 


O que está achando até agora?


Sinceramente estou amando, é a primeira vez que eu sinto vontade de ler algo que trata de lobisomens ou criaturas do tipo, sempre gostei mais de vampiros e bruxas, mas como era uma obra da Anne Rice eu não poderia perder e foi a melhor coisa que eu fiz, ela foi brilhante ao escrever esse livro, eu estou sentindo e mesma emoção e empolgação quando li uma dos seus primeiros trabalhos, estou reconhecendo a velha forma de escrever dela e isso é muito bom para um fã, embora eu seja de opinião contrária a maioria das pessoas que já leram todos os livros dela e dizem que ela não foi muito bem nas últimas obras, eu posso dizer que gosto de tudo que ela escreveu e eu já li, claro que tenho meus preferidos... Estou me perdendo no assunto, não posso começar falar de Anne que me descontrolo.


O que está achando do personagem principal?







Reuben segue o estilo da maioria dos personagens da Anne, jovem, bonito, inteligente e com uma queda por literatura e artes em geral, também me parece ter um certo conflito entre definir o certo e errado, o bem e o mal, gostei bastante dele e embora eu não entenda a facilidade com que ele abandona seus questionamentos, considero um bom personagem sim.


Melhor quote até agora:


"Não que fosse covarde, nada disso. Apenas sabia o que todo homem sabia: você não se mete com um cara beligerante e mal-encarado, bem mais pesado do que você e cujo os braços são bem mais grossos do que o seu. Você sai do caminho de homens violentos como esse. E rápido."


Vai continuar lendo?

E restam dúvidas quanto a isso?


Última frase da página 100:

"Ele estava segurando a mão da sra. Larson da maneira mais simpática possível."



Então é isso, termina aqui mais um "Li até a página 100" espero que tenham gostado e comentem o que acharam!


True Blood é uma das minhas séries preferidas e felizmente está chegando à sua 6° temporada que começa domingo dia 16/06/2013.

Adoro vampiros e tudo que envolva fantasia, lobisomens, anjos, bruxas, demônios, fadas, metamorfos e etc e True Blood reúne tudo isso.

True Blood teve sua primeira temporada em 2008, a série conta a história de garçonete Sookie uma mocinha sem sal que é irmã de Jason o típico garotão muita pose e pouco conteúdo, mas super família, os dois foram criados pela avó depois da estranha morte dos país. Em True Blood temos um cenário de coexistência entre vampiros e humanos, sim os vampiros se revelaram, saíram dos caixões e estão aos poucos sendo aceitos pelos humanos, ou pelo menos quase, os vampiros agora se alimentam de Tru Blood (sangue sintético e sim é “Tru” mesmo), mas a maioria faz isso apenas por faixada.

Sookie se apaixona por Bill o vampiro “bonzinho”, mas ao longo da série fica dividida entre Bill e Eric o vampiro sínico, arrogante, sem muitos escrúpulos, loiro, alto bonito e sensual (kkk) e ainda tem Sam seu patrão e mais para frente  Alcide para brigar pelo coração da mocinha sem sal e açúcar, como isso gente? Mas ok né.




Detalhe: Sookie (Anna Paquim) e Bill (Stephen Moyer) são casados de verdade.

Em True Blood acontece comigo o mesmo que acontece na maioria dos livros, eu não consigo gostar dos personagens principais, exceto Eric que é um caso a parte, mas em True Blood meus personagens preferidos são:

Jessica Hamby (Deborah Ann Woll): Vampire Baby, cria de Bill, linda e rebelde, ela quer aproveitar a vida (ou morte) de Vampira e fazer tudo o que não podia fazer por causa de sua família rígida, Jéssica está sempre protagonizando as cenas mais inesperadas e sensuais da série toda, tem um romance com Hoyt o filhinho da mamãe e melhor amigo de Jason, mas Jéssica é muito libidinosa para um relacionamento monogâmico e começa a se envolver com Jason e acaba quebrando o coração de Hoyt e estragando a amizade dos dois, agora me digam, tem como não amar?



Pamela Swynford (Kristin Bauer): Eu poderia dizer que Pam é a minha preferida, mas acho que ela fica empatada com Jéssica, ela tem tudo que eu gosto em uma personagem, é malvada (ta nem tanto) inteligente, sexy e leal ao seu criador Eric Northman (Alexander Skarsgard), única coisa que não gostei de Pam na série é seu envolvimento com a Tara.




Eric Northman (Alexander Skarsgard): Eric é o Viking bonitão xerife (dos vampiros) de Bom Temps, e junto de Pam são donos da boate Fangtasia, um lugar que recebe humanos e vampiros e quem mais tiver coragem de se aventurar por lá, Eric não é o tipo de vampiro bonzinho, pelo contrário, ele faz muitas coisas erradas, mas ele ainda tem um pouco do lado humano que às vezes deixa transparecer, ainda mais quando tem Sookie na parada, gosto dele porque mesmo apaixonado pela moça ele mantêm a racionalidade (ou quase) e ele é o típico fodão, protagoniza as cenas mais “explosivas” da série, junto de Bill conseguem ir contra até a “Autoridade”, ele é simplesmente demais, só sinto raivinha dele quando maltrata Pam, não pode.




Queria também lembrar da Rainha Sophie Anne (Evan Rachel Wood) e Godric (Allan Hyde) que embora tenham aparecido pouco na série, com certeza foram personagens especiais e eu gostava muito, não acreditei no fim que Sophie Anne teve e não me conformo até hoje.

Personagens odiozinho:

Tara Thornton (Rutina Wesley): Tara começa sendo a porra louca que fala tudo na cara, não leva desaforo para casa e depois se torna a vadia chorona que só se envolve com caras problemas que tem relações com demônios e morrem depois ou com vampiros que explodem na sua cara, ela é muito chata e quando você acha que chegou o fim pra ela, onde ela leva um puta tiro na cabeça o inesperado acontece e ela vira a primeira cria de Pam. Por que meu Deus? Por que linda Pam, por que não deixou essa chata morrer?


Acho que só, não tenho ódio por mais nenhum dos personagens, tenho relação de amor e ódio com alguns como: Sam, Andy, Arlene e Terry, Luna, Jason e Bill (ok Bill é mais ódio que amor, mas né...). O resto do elenco também fica nessa de amor e ódio...

Bill Compton (Stephen Moyer): Beal é meio que Louis de Pointe Du Lac de Entrevista com o Vampiro, o típico vampiro que se lamenta por ser quem é, vive isolado, mas isso muda um pouco com o desenrolar da série, mas ele continua chato, só dar um pouquinho de poder na mão dele e pronto ele já se acha o fodão, mas não, ele é apenas chato.




O roteirista maluco da série Allan Ball, ou melhor, era, ele deixou a série agora nessa sexta temporada e é algo que eu ainda não decidi se gostei ou não, eu gosto dele, mas acho que ele fez muita cagada durante a série, coisas que me deixaram bem puta... “Por que Jesus e não Tara”.


Allan é meio aficionado pela morte, dizem que pelo fato de ter presenciado a morte de sua irmã em um acidente de carro em que ela mesma dirigia, era aniversário de 22 anos dela e ele com 12 anos a acompanhava, a cena mexeu muito com ele e parece ter influenciado  sua vida.

Allan foi roteirista da marcante cena do filme “Beleza americana” (1999) em que uma sacola de supermercado fica voando pelo ar, filme dirigido por Sam Mendes. Allan também dirigiu a aclamada série Six Feet Under (A sete Palmos) que foi responsável pelo sucesso da HBO, obviamente a série fala bastante de morte, a história passa em uma funerária tendo como protagonistas a família Fisher, mas ao contrário de True Blood onde existe imortais em Six Feet Under o difícil mesmo é escapar da morte.

True Blood está de volta agora e eu estou bem feliz, espero que tenham gostado desse post sobre uma das minhas séries preferidas.